quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

E esqueci de comentar que a "Sala de Cópias" não existe mais, bom, na verdade ela existe, o que não existe sou eu dentro dela. Foram inspirantes os momentos de tédio dentro daquela sala gelada... No próximo ano outro alguém irá ocupá-la, e tomara que ela também goste do ambiente e da solidão "da última sala da ala par". Pra ser sincera o que eu mais gostava de lá eram os lanches escondidos acompanhada das minhas insaparáveis companheiras (saudade meninas!), o bom é que a conta da lanchonete não vai ficar tão gorda que nem no último mês (e nem eu também haha). De qualquer maneira o blog continua existindo. Não me abandonem!
Ontem fez dois anos que me mudei. São dois anos desde que deixei meus dias confortáveis pra trás.
É contraditório como me sinto agora, eu sinto saudade, e sinto a maior parte do tempo e agora ainda tenho, além dos antigos, novos “motivos” de quem sentir saudade, e eu sinto vontade, eu me sinto vazia precisando dos meus amores para “preencher esse hiato” (by Gabriel), e preciso de dias de tranquilidade, mas meus dias têm sido bons (ou quase isso), mas eu não consigo me libertar de alguns sentimentos que acabam frustrando cada momento que passa. Eu me sinto vazia, mas me sinto cheia de vida, e isso transborda de mim, sai pelos meus poros, eu preciso de coisas acontecendo, preciso de dias “lembráveis”. Eu quero boas companhias, quero sentir que, sim, TUDO PODE SER REALIZADO! Eu vivo esperando dias em que a minha ansiedade se transforme em algo verdadeiro, que as coisas boas estejam próximas, e, bom, hoje eu me sinto chegando cada vez mais perto, eu me sinto bem. Dias de glória se aproximam, e mesmo que nem todos meus desejos se realizem, eu não tenho mais dúvidas disso, dias de glória se aproximam.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Era engraçado como passava seus finais de semana em casa, sempre só, mas aparentemente tão seguro, recolhido entre pilhas de livros e filmes, procurando músicas novas e se entupindo das velhas, sempre se perguntava como pessoas faziam trabalhos tão impressionantes; nesses momentos sentia orgulho em fazer parte de tudo isso. Eram horas e horas se afogando em litros de chá, mergulhado em si mesmo.



Se alegrava quando conseguia escrever algo verdadeiro. Poderia escrever a qualquer momento que quisesse, mas eram raros os que conseguia descrever exatamente como se sentia.



Em várias ocasiões se lembrava de sentir medo, mas pelo menos durante o dia, durante a leitura, música e cinema estava realmente em paz e nem se importava que momentos de maus pensamentos voltariam novamente. Mas não queria falar sobre isso, se distraía e queria pensar só em si mesmo e em como se realizava ali, sozinho, apenas vivendo, vivendo e vendo a vida simples como deveria ser.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

" - Então estou sendo você, porque estou tenso e preucupado..."
" - Que bonito isso, acho que vou por no blog."

   Pensando bem, isso agora me parece mais um insulto... Você acha que eu sou do tipo neurótica?